USO DA PIRIDOSTIGMINA NO MANEJO DA PTOSE PALPEBRAL INDUZIDA POR TOXINA BOTULÍNICA
RELATO DE CASO
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.23002694Palavras-chave:
Harmonização Orofacial, Estética Facial, Complicações Estéticas, Ptose Palpebral, Toxina Botulínica, Odontologia EstéticaResumo
A toxina botulínica consolidou-se como uma das principais ferramentas na harmonização orofacial, devido à eficácia e previsibilidade no tratamento de rugas dinâmicas e na promoção estética. Apesar do perfil de segurança favorável, complicações podem ocorrer, sendo a ptose palpebral superior uma das mais temidas, com impacto estético, funcional e emocional relevante. O objetivo deste artigo é relatar um caso clínico de ptose palpebral induzida por toxina botulínica, tratado com piridostigmina oral, destacando a resposta rápida obtida e suas implicações clínicas. Paciente do sexo feminino, 37 anos, previamente hígida, apresentou ptose palpebral superior esquerda dez dias após aplicação estética de toxina botulínica em região periorbital. O tratamento instituído foi piridostigmina oral, 60 mg a cada seis horas. A paciente apresentou melhora discreta após 30 minutos, significativa em 1 hora, quase resolução em 3 horas e recuperação completa após duas semanas, sem eventos adversos. O caso sugere que a piridostigmina pode constituir alternativa eficaz e segura para o manejo da ptose pós-toxina, contribuindo para ampliar as opções terapêuticas disponíveis ao profissional da estética especialista em harmonização orofacial.
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